Efeitos colaterais da Criolipólise: a importância da tecnologia!

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Efeitos colaterais da Criolipólose

Você já recebeu pacientes com medo de realizar um tratamento não invasivo? É muito comum que algumas pessoas tenham receio de se submeter a procedimentos, ainda que eles sejam totalmente seguros. Esse sentimento aumenta, sobretudo, quando a mídia noticia casos de intercorrências no tratamento, como aconteceu recentemente. Afinal, quais são os efeitos colaterais da Criolipólise?

Neste texto, vamos explicar como garantir um tratamento seguro ao paciente e de que forma a tecnologia nos protege de efeitos colaterais, como a hiperplasia. Veja também como mostrar ao seu cliente que a Criolipólise é um procedimento seguro e eficiente.

Afinal, há riscos na Criolipólise?

Antes de tudo, é importante reforçar que a Criolipólise é uma técnica não invasiva, ou seja, que não faz cortes no corpo, com resultados comprovados cientificamente. Ela foi desenvolvida após muitos estudos científicos, que identificaram que as células de gordura são sensíveis ao frio. Com o avanço da tecnologia, foi possível desenvolver equipamentos capazes de matar essas células, sem causar nenhum dano à pele ou ao paciente. Ou seja, ela também é eficiente!

Feito por um profissional qualificado, que seguiu todas as medidas de segurança, e identificou que o paciente realmente não é contraindicado para a Criolipólise, ela é totalmente segura. Isso quer dizer que não há riscos de deformação na pele, nem de flacidez ou intercorrências.

Como escolher um equipamento seguro para a Criolipólise?

Pesquisando sobre as marcas e as diferenças técnicas de cada tecnologia. É fundamental, por exemplo, que o equipamento tenha sistemas que garantam mais segurança e controles da temperatura. Esse detalhe é muito importante, pois nem todos os aparelhos disponíveis no mercado permitem ao usuário parametrizar diretamente a temperatura.

Há tecnologias que são auto programáveis e fazem essa parametrização sozinhas. As plataformas Asgard VC9 e VC10 são equipadas com um software chamado CET – Controle Efetivo de Temperatura, que serve para manter a temperatura escolhida pelo profissional.

Mas por que ele é tão importante e como a tecnologia vai evitar efeitos colaterais da Criolipólise?

Importância de escolher equipamentos com controle de temperatura

Quanto mais frio queremos alcançar no tratamento, mais tempo a célula de congelamento ficará ligada. Se quisermos aumentar a temperatura, a célula será desligada até chegar ao parâmetro escolhido. Desta forma, ela faz ciclos com estágios em que fica ligada e outros, desligada. A importância do software de controle é justamente gerir essa temperatura para saber quando ligar ou desligar a máquina, levando em consideração alguns fatores.

Uma máquina sem este software entregará sempre o mesmo ciclo (ligado e desligado) e irá manter a mesma temperatura na célula. Acontece que, se a pele que está em contato com o manípulo já tiver alcançado a temperatura da célula, submetê-la sem controle à mesma temperatura pode fazer com que, ao final da sessão, a temperatura no tecido do paciente seja ainda menor do que o mostrado na máquina.

Isso faz com que o profissional perca o controle sobre a temperatura que está sendo entregue na pele do paciente, podendo ocasionar intercorrências. Esse risco não existe quando há um software como o CET. Nele, o profissional consegue visualizar exatamente a temperatura que a plataforma está transmitindo no tecido em contato com o manípulo.

Hiperplasia Paradoxal Pós-criolipólise: como evitar?

A Hiperplasia é um dos efeitos colaterais da Criolipólise, caracterizado pelo aumento da gordura na área tratada, que pode vir acompanhado de fibrose. Alguns fatores contribuintes são equipamentos com auto parametrização e associações terapêuticas sem fundamento que, na tentativa de potencializar resultados de equipamentos de qualidade duvidosa, submetem pacientes a protocolos que levam a riscos de saúde gravíssimos.

Por isso, é fundamental optar por tecnologias que não possuam perda de vácuo no manípulo e entreguem as temperaturas necessárias, de forma transparente para o profissional que a opera.

Métodos blindados garantem ainda mais segurança

Outra forma de garantir ainda mais segurança na Criolipólise é optar por tecnologias blindadas. O Skin Protect, manípulo blindado, consegue aumentar essa proteção. Ele é indicado para protocolos com maior tempo de exposição ou até para pacientes com a pele sensível.

Itens de segurança são fundamentais

Muito além do equipamento, os itens de segurança também são fundamentais nos tratamentos estéticos! No caso da Criolipólise, é preciso escolher uma manta desenvolvida com produtos que garantam o máximo de proteção à pele do paciente. É de extrema importância que ela seja usada apenas uma vez e descartada logo em seguida. Ou seja, reaproveitar a membrana está proibido!

Ela também precisa cobrir com folga toda área tratada e deve ser usada em todos os manípulos, seja de sucção ou de placas.

Quer saber mais sobre como a tecnologia é capaz de te proteger contra efeitos colaterais da Criolipólise? Deixe seu comentário abaixo!

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