O FullFace é, hoje, o maior congresso dedicado exclusivamente à harmonização orofacial (HOF) e à estética facial no Brasil. Em sua 6ª edição, realizada de 27 a 30 de maio de 2026 no Centro de Convenções Anhembi, em São Paulo, o evento reuniu 224 especialistas e 91 empresas expositoras em quatro dias de imersão técnica e científica. A estrutura do evento (composta por Palco Principal, Salas de Workshop e a sessão Do Auditório ao Palco, com painéis científicos apresentados diretamente ao auditório) foi organizada pela MM Eventos Health Division para cobrir todo o espectro da prática facial contemporânea: do diagnóstico anatômico ao protocolo multimodal, da regeneração celular ao manejo de intercorrências.
Para a Adoxy, o FullFace 2026 marcou a nossa primeira participação nesse evento voltado à harmonização facial. Chegamos ao Anhembi como fabricante brasileira de equipamentos médicos estéticos com registro ANVISA, 15 anos de mercado e um portfólio desenvolvido especificamente para atender à demanda clínica da harmonização facial que o FullFace representa. Não viemos como vitrine. Viemos posicionados: uma empresa nacional que acompanhou a evolução científica da HOF e construiu tecnologia à altura das perguntas que o mercado está fazendo agora.
Em 4 dias, 9 grandes temas definiram a agenda da medicina estética facial para os próximos anos. A Adoxy trouxe resposta tecnológica para cada um deles.

1. Estética Regenerativa e Exossomos: a tecnologia que abre o caminho para o ativo
O FullFace 2026 dedicou múltiplos workshops à estética regenerativa de nova geração. A Dra. Pietra Flores conduziu sessão sobre “Reprogramação da Senescência Epidérmica por Exossomos de 4ª Geração”; outras sessões abordaram “A Estética da Longevidade: Os pilares da regeneração da pele com Exossomos e PDRN” e “Além da Estrutura: Scaffold, Exossomos e PDRN”. A mensagem recorrente foi clara: os exossomos deixaram de ser promessa e passaram a ser protocolo. A questão que o mercado começou a formular com mais precisão é: como garantir que esses ativos regenerativos de alto custo e alta potência biológica realmente cheguem onde precisam chegar?
A literatura científica sobre exossomos na estética é convergente quanto ao seu mecanismo de ação parácrino (que modula a comunicação intercelular, estimula fibroblastos e ativa vias de reparo tecidual), mas ainda estabelece como variável crítica a penetração dérmica efetiva, especialmente em pele com barreira compacta ou em pacientes com histórico de fotoexposição. É exatamente nesse ponto que a tecnologia do Mjolnir Pro entra como parceiro do ativo, não como concorrente.
O Mjolnir Pro combina plasma frio (CAP, ou Cold Atmospheric Plasma), plasma fracionado e SAFECoring com capacidade de drug delivery e controle térmico em tempo real. O plasma frio atérmico aumenta a permeabilidade das membranas celulares por mecanismos de oxidação superficial controlada, conforme descrito em estudos publicados no PubMed sobre o uso de CAP em drug delivery transdérmico, criando canais de acesso para macromoléculas como exossomos e PDRN sem provocar dano térmico ao estrato córneo. O controle de temperatura em tempo real impede a hipertermia localizada que degradaria o ativo antes de sua absorção.
Na prática clínica, isso significa que o profissional pode aplicar exossomos de 4ª geração, PDRN ou secretoma imediatamente após o protocolo de plasma frio e esperar uma janela de penetração significativamente ampliada. A tecnologia certa não concorre com o ativo regenerativo. Ela abre o caminho. E faz isso com segurança para todos os fototipos, incluindo peles de Fitzpatrick IV, V e VI, o que é uma realidade incontornável para qualquer protocolo clínico no Brasil.
2. O Rosto Pós-GLP-1: quando o corpo emagrece e a face pede estrutura
Poucos temas geraram tanta discussão no FullFace 2026 quanto o “Ozempic Face”, caracterizado pela síndrome estética decorrente da perda facial acelerada de gordura e volume em pacientes em uso de agonistas de GLP-1. Workshops como “Ozempic Face: Desafios estéticos após emagrecimento com GLP-1”, “STRATEGIC LAYERS & GLP-1: A era dos agonistas pede reestruturação global da face” e a apresentação da Dra. Jéssica Florêncio sobre “Reestruturação Facial Full Face em Paciente com Flacidez Pós-GLP-1/GIP” tornaram evidente que esse perfil de paciente chegou ao consultório de HOF em escala expressiva.
Dados publicados em 2025 pelo American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery (AAFPRS) confirmaram que o Ozempic Face (caracterizado por sagging, aprofundamento dos sulcos nasolabiais e ptose malar) representa um dos desafios estéticos faciais mais prevalentes da atualidade. Pesquisadores da Jefferson Health documentaram que os agonistas de GLP-1 podem afetar diretamente células responsáveis pela manutenção do colágeno e da estrutura dérmica, acelerando os sinais visíveis de envelhecimento facial além do esperado para a faixa etária do paciente.
A face que o GLP-1 fragilizou pede tecnologia, não mais volume. Esse foi o consenso que emergiu do FullFace, e é exatamente o raciocínio clínico por trás del protocolo facial que a Adoxy construiu ao longo de anos. O SupraLift, com sua tecnologia HEMT (Hybrid Electromuscular Therapy), recruta a musculatura mímica comprometida pela rápida perda de peso, responsável por sustentar os tecidos superficiais e cujo hipotônus acelera o aspecto de flacidez. Uma sessão full face de 20 minutos com HEMT induz contrações musculares de alta intensidade sem corrente elétrica dolorosa, reeducando a fibra muscular facial de forma não invasiva.
O ReNuance, com HIFU Pure Pulse Technology, vai além da epiderme: age diretamente no SMAS (Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial) com transdutores de 1,5 mm, 3 mm e 4,5 mm de profundidade. Em pacientes pós-GLP-1 com perda volumétrica global, o reposicionamento do SMAS é o que define a durabilidade de qualquer resultado estético, seja ele obtido com ou sem injetáveis. Uma sessão única com resultado documentado de 12 a 18 meses oferece ao profissional uma base estrutural sobre a qual qualquer protocolo de preenchimento ou bioestimulação pode trabalhar com maior precisão.
O Mjolnir Pro, com plasma frio CAP e SAFECoring, fecha o protocolo garantindo que os ativos regenerativos (exossomos, PDRN, GHK-Cu) aplicados sobre essa pele fragilizada pelo GLP-1 penetrem com máxima eficácia. Em pele que perdeu colágeno e densidade dérmica, a barreira epidérmica está alterada: o plasma frio atérmico cria a janela de permeabilidade ideal para que o ativo regenerativo faça seu trabalho sem agressão térmica adicional. O resultado é recuperação estrutural com sinalização biológica, não apenas reposição de volume.

3. Peptídeos e Tecnologias Híbridas: da hipótese ao protocolo regenerativo real
No Palco Principal do FullFace 2026, o Dr. Adriano Shcalins apresentou “Peptídeos em Associação com Tecnologias para Tratamentos Híbridos Full Face: Revertendo a Senescência Celular”, que foi uma das palestras mais técnicas e densas do programa. Workshops como “Peptídeos: hype ou estratégia real de longevidade cutânea?”, “GHK-Cu: como usar os peptídeos na estética regenerativa” e a apresentação da Dra. Camila Ribeiro sobre o secretoma como protagonista da nova estética regenerativa consolidaram a visão de que peptídeos bioativos (especialmente GHK-Cu, PDRN e fatores de crescimento) não são suplementos cosméticos, mas agentes terapêuticos com mecanismo de ação documentado.
O GHK-Cu, por exemplo, tem sua ação regenerativa amplamente descrita na literatura científica: estudos publicados na International Journal of Molecular Sciences e no BioMed Research International documentam sua capacidade de modular múltiplas vias celulares, estimular a produção de colágeno e elastina, reduzir a inflamação e promover a regeneração da matriz extracelular. O PDRN, por sua vez, ativa receptores A2A de adenosina para estimular fibroblastos dérmicos, acelerando a síntese de colágeno tipo I e III, um mecanismo validado em revisões publicadas na International Journal of Molecular Sciences em 2024.
A pergunta clínica que o FullFace colocou em debate é: como garantir que esses ativos cheguem à profundidade dérmica onde precisam agir, especialmente em pele envelhecida com barreira compacta? A resposta da Adoxy é o Mjolnir Pro com SAFECoring e drug delivery controlado por plasma frio. O SAFECoring cria microcanais dérmicos precisos enquanto o CAP prepara a barreira cutânea para maximizar a janela de absorção do ativo. GHK-Cu, PDRN, exossomos, PRF: qualquer ativo regenerativo penetra com maior eficácia quando aplicado em pele tratada com plasma frio controlado, que altera a permeabilidade epidérmica sem destruir a integridade da barreira. Associação inteligente de tecnologia mais ativo é a nova fronteira da estética regenerativa.
4. Mecanotransdução: o FullFace debateu o futuro. O SupraLift já entrega
A Dra. Fernanda Lima conduziu um dos workshops mais conceitualmente ricos do FullFace 2026: “Da Força ao Sinal: Como a Mecanotransdução Redefine a Arquitetura Tecidual”. O tema saiu do campo da biologia celular básica e entrou definitivamente na agenda da prática estética: a contração mecânica tecidual não é apenas um evento físico, mas sim um gatilho de sinalização celular que modula a produção de proteínas estruturais, a organização da matriz extracelular e o comportamento dos fibroblastos.
A mecanotransdução, no contexto facial, significa que aplicar força mecânica controlada sobre a musculatura mímica gera cascatas de sinalização que estimulam a produção de actina, miosina, colágeno pericelular e, secundariamente, a reorganização do tecido conjuntivo facial. É o princípio por trás de por que o exercício físico mantém o tônus muscular e por que a inatividade muscular (seja por toxina botulínica em excesso, seja pela perda de massa muscular acelerada pós-GLP-1) contribui para a ptose facial progressiva.
O SupraLift é mecanotransdução aplicada à musculatura mímica. A tecnologia HEMT (Hybrid Electromuscular Therapy) gera campos eletromagnéticos híbridos que induzem contrações musculares de alta intensidade de forma seletiva na face, sendo o único equipamento full face hands-free com essa indicação registrado na ANVISA. Em uma sessão de 20 minutos sem downtime, o SupraLift recruta fibras musculares que a prática clínica convencional não consegue atingir com exercícios faciais ou estimulação manual. A resposta celular induzida por essa contração (sinalização de mecanotransdução) é exatamente o que o FullFace debateu como fronteira do futuro. Não é teoria. É tecnologia com ANVISA disponível hoje.
5. HIFU • Ultrassom Microfocado: além do protocolo padrão, dentro do SMAS
O FullFace 2026 dedicou múltiplos workshops ao universo do HIFU | ultrassom microfocado: “Além do HIFU: como potencializar resultados com estratégias inteligentes”, “Lifting facial estruturado: Preenchedores + Ultrassom Microfocado em sessão única”, “Crioterapia e HIFU: definição do terço inferior” e “Como potencializar em 50% a redução de gordura submentoniana com ultrassom microfocado + endolaser”. A mensagem do conjunto de sessões foi de que o HIFU evoluiu: não se trata mais de aplicar energia uniforme em profundidade, mas de estratégias que integram o HIFU a outras modalidades e que respeitam a anatomia por camadas.
A revisão sistemática publicada em 2023 no International Journal of Environmental Research and Public Health (e atualizada em 2026 no Aesthetic Surgery Journal Open Forum) confirma que o ultrassom microfocado apresenta eficácia clínica em tightening e rejuvenescimento facial, com avaliadores cegos reportando melhora em 93% dos pacientes após seis meses e manutenção de resultados após 12 meses. O mecanismo central é o aquecimento focal no SMAS, que desencadeia a resposta de cicatrização controlada, formação de novas fibras de colágeno e reorganização do arcabouço aponeurótico.
O ReNuance representa a evolução desse princípio dentro do portfólio da Adoxy. Com Pure Pulse Technology e transdutores multiplanares para profundidades de 1,5 mm, 3 mm e 4,5 mm, o ReNuance permite ao profissional acessar o SMAS com precisão cirúrgica e, simultaneamente, atuar na derme superficial em uma única sessão de 30 a 45 minutos. O resultado documentado de 12 a 18 meses coloca o ReNuance na mesma categoria de eficácia que o que o FullFace chamou de “além do HIFU”, porque o protocolo não é apenas de energia, mas de estratégia multiplanar. O que o congresso discutiu como tendência já está no consultório dos médicos que trabalham com o ReNuance.
6. Plasma Frio e Sinalização Celular: quando o calor não é o objetivo
“Não é sobre CALOR. É sobre SINALIZAÇÃO.” Esse título de workshop do FullFace 2026 resume uma mudança de paradigma importante nas tecnologias estéticas faciais. A sessão “A Nova Fronteira das Tecnologias Fracionadas”, junto com “Radiofrequência Microagulhada: Performance clínica para qualidade de pele”, “Resurfacing Inteligente” e a discussão sobre laser de CO2 fracionado, sinalizou que o mercado está revisando seus critérios de seleção de tecnologia: não se busca mais o equipamento que entrega mais calor, mas o que entrega a sinalização certa sem hipertermia descontrolada.
A literatura científica sustenta essa mudança. Revisões publicadas em Health Science Reports em 2025 documentam que o colágeno começa a desnaturar em temperaturas de 40 a 48 °C e sofre coagulação de 55 a 70 °C, mas a janela terapêutica ideal para estimulação sem dano está entre 43 °C e 48 °C por tempos específicos. Acima disso, o risco de fibrose cicatricial, irregularidades superficiais e hiperpigmentação pós-inflamatória aumenta, especialmente em fototipos mais altos. A solução não é menos energia; é energia mais controlada, ou, melhor ainda, é sinalização sem energia térmica.
O Mjolnir Pro é a resposta da Adoxy a esse paradigma, sendo, por definição, a tecnologia que mais longe vai do conceito de “tratar com calor”. O plasma frio CAP (Cold Atmospheric Plasma) é atérmico por princípio: age por mecanismos de ionização e oxidação superficial controlada, modulando a permeabilidade celular e ativando vias de sinalização de reparo sem elevar a temperatura tecidual. Estudos publicados no European Journal of Medical Research em 2024 documentam a capacidade do plasma frio de induzir proliferação de fibroblastos, estimular síntese de colágeno e modular resposta inflamatória sem hipertermia, exatamente a sinalização que o FullFace colocou em debate como nova fronteira. O plasma fracionado e o SAFECoring complementam esse mecanismo criando microcanais precisos para potencializar o drug delivery de ativos regenerativos. A pele recebe sinalização, e não trauma térmico. Sem agulha em zona vascular. Sem downtime. Todos os fototipos, incluindo Fitzpatrick IV, V e VI.
7. Bioestimuladores e Arquitetura Multicamadas: a tecnologia como preparação do terreno
Os workshops “Como combinar neuromoduladores, bioestimuladores e tecnologias para promover lifting facial”, “Tecnologias associadas para tratamento multimodal” e “Arquitetura Facial Multicamadas: integração entre estrutura, bioestimulação e qualidade da pele” compuseram um bloco que muda a forma como o médico de HOF deve pensar o papel da tecnologia no protocolo.
A arquitetura multicamadas não é apenas o que se injeta. É também onde e como a tecnologia prepara o terreno antes da injeção ou sustenta o resultado após ela.
Nesse modelo de raciocínio clínico, a Adoxy não compete com bioestimuladores. Ela potencializa. O ReNuance, atuando no SMAS e nas camadas profundas, prepara o arcabouço estrutural para que o bioestimulador (seja Sculptra, Radiesse ou qualquer poly-L-actic acid) encontre um substrato responsivo e bem organizado. Um SMAS reposicionado responde melhor ao estímulo de bioestimulador do que um SMAS ptótico. O Mjolnir Pro, com SAFECoring e plasma frio, cria microcanais e aumenta a permeabilidade local para que ativos bioestimuladores injetáveis ou tópicos penetrem com maior uniformidade, visto que o microambiente dérmico preparado pelo CAP atérmico é mais receptivo à sinalização paracrina dos ativos injetados, potencializando o resultado sem inflamação excessiva.
Cada tecnologia tem sua camada. E cada camada bem trabalhada amplifica o resultado da camada seguinte. A Adoxy foi ao FullFace para mostrar que esse modelo de ecossistema tecnológico já é viável, já tem ANVISA e já está disponível para o médico ou profissional da área de saúde habilitado que quer sair do modelo de protocolo avulso.
8. Segurança e o Movimento “Menos é Mais”: tecnologia sem agulha como escolha clínica inteligente
O FullFace 2026 foi além de um evento de celebração das possibilidades. Também foi um evento de honestidade clínica sobre os riscos dos excessos. Workshops como “Ultrassom Guiado no Manejo de Intercorrências por Fios”, “Intercorrência na Rinomodelação: Como evitar e como tratar”, “Anatomia Vascular da Face: o real impacto no risco” e “Decifrando a Artéria Facial” abordaram algo que o mercado não pode mais ignorar: a complexidade vascular da face humana e o potencial de dano grave quando procedimentos com agulha são realizados em zonas de risco sem o domínio anatômico adequado.
Em 2026, dois grandes congressos, o FullFace e o Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica (CBCD), convergiram na mesma alerta: o movimento “menos preenchimento, mais estímulo” não é uma tendência de mercado. É uma resposta clínica à acumulação de casos de complicações graves com preenchedores em zonas vasculares de risco, como oclusão vascular, embolia e hiperplasia de ácido hialurônico. O Dr. Hugues Cartier e outros especialistas de referência reforçaram que o limite do que a agulha pode e deve fazer precisa ser revisitado.
O portfólio facial da Adoxy, composto por ReNuance, SupraLift e Mjolnir Pro, não envolve nenhuma agulha em zona vascular de risco. Resultado natural. Sem agulha. Sem embolia. Sem hiperplasia. Não é um posicionamento de marketing. É um dado técnico: nenhuma das nossas tecnologias faciais injeta produto em tecido vascularizado profundo nem oferece risco de oclusão vascular. Para o médico de HOF que quer ampliar seu portfólio de tratamentos não invasivos, seja por convicção clínica, seja para atender a um perfil de paciente que recusa agulhas, as tecnologias Adoxy representam protocolos de resultado documentado e perfil de segurança diferenciado.
9. Longevidade Cutânea, NAD e a Nova Estética Biológica: tecnologias que respeitam a célula
“NAD, Peptídeos e Tecnologias: o que realmente funciona na prática”, “Protocolo Longevity: a arquitetura do envelhecimento facial” e as diversas sessões sobre regeneração com exossomos e PDRN desenhou, no FullFace 2026, o contorno do que pode ser chamado de nova estética biológica: uma abordagem ao envelhecimento facial que respeita os mecanismos celulares em vez de apenas mascarar os resultados visíveis.
O conceito central é que a pele envelhecida não precisa ser agredida para responder. Ela precisa de estímulo inteligente, por meio de uma sinalização que ative fibroblastos, estimule a síntese de colágeno, reduza senescência celular e melhore a vascularização dérmica, tudo sem inflamação excessiva, sem downtime que comprometa a rotina do paciente e sem destruição de estruturas que levarão meses para se reorganizar.
Longevidade cutânea exige tecnologia que respeite a biologia celular. O Mjolnir Pro, com plasma frio CAP atérmico, entrega sinalização de reparo e permeabilidade celular aumentada sem qualquer elevação de temperatura, atuando como porta aberta para o ativo, não porta arrombada. O SupraLift, sem calor e sem corrente dolorosa, treina a musculatura mímica pela lógica da fisiologia do exercício: contração, recuperação e fortalecimento progressivo. O ReNuance, com micro-lesões controladas no SMAS, desencadeia resposta de reparo sem ablação epidérmica e com resultado estrutural de 12 a 18 meses. Três tecnologias. Uma filosofia: estimular a biologia da pele, não forçá-la.
A Adoxy e o harmonizador que pensa em ecossistema
Nossa chegada ao FullFace 2026 não foi a de uma empresa que trouxe um produto para mostrar. Foi a de uma fabricante nacional que chegou com um portfólio conhecido por responder às perguntas reais que o profissional biomédico e de HOF faz no consultório todos os dias: como liftar sem cirurgia? Como recuperar a face pós-GLP-1 sem volume desnecessário? Como potencializar os ativos regenerativos que já estão no protocolo? Como fazer a pele responder melhor, por mais tempo, com menos risco?
O portfólio facial da Adoxy tem três pilares que dialogam diretamente com a agenda científica do FullFace:
- Lifting estrutural com o ReNuance: HIFU multiplanar com Pure Pulse Technology. Atua no SMAS em três profundidades (1,5 mm / 3 mm / 4,5 mm). Sessão única de 30 a 45 minutos com resultado de 12 a 18 meses. Para o médico que quer oferecer reposicionamento estrutural sem cirurgia e com documentação de resultado.
- Musculatura mímica com o SupraLift: HEMT (Hybrid Electromuscular Therapy). Único full face com ANVISA. Sessão de 20 minutos sem downtime. Para o médico que entende que o músculo facial sustenta o tecido, e que musculatura treinada resulta em face reposicionada naturalmente.
- Sinalização e regeneração com o Mjolnir Pro: Plasma frio CAP atérmico + plasma fracionado + SAFECoring com drug delivery controlado. Potencializa exossomos, PDRN, GHK-Cu, PRF e qualquer ativo regenerativo do protocolo. Para o médico que investe em ativos de alta geração e quer garantir que esse investimento chegue onde precisa, sem hipertermia, sem risco vascular.
Esses três equipamentos não são três protocolos isolados. São um ecossistema tecnológico para o médico de HOF que pensa em camadas (estrutura, músculo e sinalização celular) e quer que cada intervenção prepare a próxima para funcionar melhor.
A Adoxy não compete com o injetável. Potencializa o resultado do protocolo injetável, sustenta a estrutura que o injetável trabalhou e oferece alternativas para o paciente que não pode ou não quer agulha. Esse modelo de complementaridade inteligente é o que trouxemos ao FullFace, e é o que continuamos a desenvolver com os médicos que nos escolhem como parceiros tecnológicos.
Se você foi ao FullFace 2026, reencontrou cada um desses temas nas sessões que acompanhou. Se não foi, este artigo é uma entrada para a conversa. Em qualquer caso, estamos disponíveis para aprofundar o raciocínio clínico por trás de cada tecnologia, sem pressão comercial, com profundidade técnica.
Perguntas que o médico de HOF faz sobre as tecnologias Adoxy
1. Os equipamentos Adoxy têm registro ANVISA para uso facial?
Sim. O SupraLift é o único equipamento full face com HEMT registrado na ANVISA para uso na musculatura mímica facial. O ReNuance e o Mjolnir Pro também possuem registros ANVISA para as indicações faciais descritas. O registro regulatório é condição inegociável para qualquer tecnologia do portfólio Adoxy, e um dado relevante para o médico que precisa garantir conformidade regulatória em seu consultório.
2. Como as tecnologias Adoxy se integram a protocolos com injetáveis?
As tecnologias Adoxy foram desenvolvidas para ser adjuvantes, e não substitutas, dos procedimentos injetáveis. O ReNuance pode ser utilizado antes do preenchimento para reposicionar o SMAS e garantir que o volume injetado se acomode em estrutura mais favorável. O Mjolnir Pro pode ser utilizado antes da aplicação de bioestimuladores para ampliar a permeabilidade local e potencializar a captação dos ativos injetados. O SupraLift pode ser parte de um protocolo de manutenção entre sessões de toxina botulínica, especialmente para pacientes em processo de redução progressiva da dose e que precisam recuperar tônus muscular facial.
3. Quais tecnologias são indicadas para o paciente pós-GLP-1 com flacidez e perda volumétrica facial?
O protocolo recomendado começa pelo ReNuance, que reposiciona o SMAS antes de qualquer intervenção superficial. O SupraLift é indicado em seguida para recuperar o tônus da musculatura mímica comprometida pela perda de peso rápida. O Mjolnir Pro fecha o protocolo potencializando os ativos regenerativos (exossomos, PDRN, GHK-Cu) com a janela de permeabilidade celular criada pelo plasma frio atérmico, entregando estímulo de regeneração sem hipertermia em pele já fragilizada pela perda acelerada de colágeno induzida pelos GLP-1. A sequência exata e os intervalos entre sessões são definidos no treinamento técnico oferecido pela Adoxy.
4. O Mjolnir Pro é indicado para todos os fototipos, incluindo peles escuras?
Sim. O plasma frio CAP do Mjolnir Pro é atérmico por princípio, agindo por ionização e oxidação superficial controlada, sem elevação de temperatura tecidual. Isso elimina o principal fator de risco para hiperpigmentação pós-inflamatória em fototipos altos: o calor. Estudos publicados no European Journal of Medical Research em 2024 documentam a segurança e eficácia do plasma frio em fototipos diversificados, incluindo Fitzpatrick IV, V e VI. Para o médico que atende no Brasil (onde a diversidade de fototipos é uma realidade incontornável), o Mjolnir Pro representa uma tecnologia de regeneração e drug delivery sem o compromisso de segurança que as modalidades térmicas impõem aos fototipos mais altos.
5. A Adoxy oferece treinamento e suporte técnico para os equipamentos?
Sim. Todos os equipamentos do portfólio Adoxy são acompanhados de protocolo de treinamento técnico-clínico para o profissional devidamente registrado em seu conselho de classe e sua equipe, com suporte continuado da equipe de especialistas da empresa. O treinamento abrange indicações clínicas, contraindicações, parâmetros de sessão por perfil de paciente, sinergia de protocolo e manejo de casos desafiadores. Entendemos que a tecnologia sozinha não entrega resultado, pois é a combinação de equipamento, protocolo e expertise clínica que define o desfecho para o paciente.


